segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

CRISE NA PARANOIA

Crise na Paranoia
Bem, eu garanto que, neste tempinho comum que o ocidente qualifica de sagrado chamado de época de Natal, foi bem mais tenebroso pro bolso do que pro peru. Na verdade o Peru agradeceu muito ao sistema financeiro pelo aumento do Dollar, sim, quase tudo em nosso riquíssimo país, é de origem externa ou seja, nós importamos muito e produzimos pouco, bem abaixo do que se espera de um País em pleno desenvolvimento. Em pleno desespero foi encontrado neste Natal, o feirante, o franelinha, o ambulante, o camelô, o garçom, o porteiro e o segurança, e o motivo foi que é preciso cortar o supérfluo, e agora eu vi! desde quando a sobrevivência virou supérfluo? O que está havendo com o ser humano? Será que o causador da próxima extinção humana será o próprio homem? Será um avanço ou um retrocesso? A crise na Paranoia se inflama e volta-se o homem para a preocupação de seu eu natural. E pensar voltou a ser chique, contemporizar os novos verbetes, os ditos populares e os estilos musicais cada vez menos interessantes, encontrar uma acomodação para o colapso entre a Paranoia e a realidade. Para que tudo o que já pensamos hoje se transforme em plenitude e realidade não virtual é necessário um esbarrão de conflitos,  que eu garanto que pode ser que dê certo.

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