terça-feira, 22 de março de 2016

KIT DENGUE - PICADEIRO ARMADO

É PRECISO MUITA CARA DE PAU. Os parlamentares da câmara de vereadores da não menos conhecida cidade trampolim da vitória, a digníssima Parnamirim no Estado do Rio Grande do  Norte, representados pelo senhor vereador, exercendo seu terceiro mandato, o senhor Antônio Batista, um jurássico parlamentar, líder do desastroso governo do senhor Maurício Marques, conseguem, numa proeza espetacular aliados com o executivo e a secretária de Educação Vandilma, desvendar o antidoto contra o inimigo natural número um atualmente no País. O mosquito da Dengue. Com a afirmação em seu discurso de que uma camisa, parte de um kit pertencente a uma descabida campanha de prevenção e combate ao mosquito Aedes Aegypit, teria o poder de eliminar o mesmo, tornou-se chacota nacional e  e assim entrou para o rol dos discursos oportunistas e politiqueiros do nobre parlamentar em questão, vejam bem o que eu quero dizer, este ilustre parlamentar é um puxa-saco do governo, diga-se de qualquer governo que o favoreça, e não possui um serviço social de relevância na cidade. Sua estratégia manjada é a divulgação de um escândalo meses antes do pleito eleitoral no objetivo de sua reeleição, seja por qual motivo for. O que diante de uma sociedade desatenta e refém de sua própria desinformação, o facilita na divulgação de seu nome  na mídia e entre os populares de maneira tal que a desgraça o favoreça nas eleições.  Sempre foi esta a arma que o cientista, quer dizer, o vereador utiliza. Julguem vocês.     

uma cruzada de direita - O CRIME

























O que realmente está por trás dos acontecimentos que norteiam o universo político como uma avalanche e vem aterrorizando nossa gente e o resto do mundo? Pode ser simplista demais encontrar uma resposta para esta indagação, entretanto não podemos deixar escapar nenhuma possibilidade.
O JOGO DO PODER, seja uma mera partida de futebol seja um complexo tabuleiro de xadrez, deve nos alertar sobre nuances peculiares envolvendo todos os seguimentos de nossa impressionante sociedade (hipócrita). 
Os possíveis favorecidos nesta luta encontram-se em desvantagem. O povo. Acoados e indefesos vão sendo comprimidos pelos instrumentos de manipulação, a mídia e seus afluentes.
Então não temos em quem confiar. O que pode ser uma saída também tende a ser uma emboscada para manter o peão submisso, desarticulado. 
A banalização dos movimentos de rua, sua voz, seus apelos  pacíficos, sucumbem,  desastrosos diante a tanta indiferença.
Uma pergunta evolui no abismo de variáveis: Resistirá a democracia a todo este carnaval? Até que ponto outros grupos não menos gananciosos estão a espreita deste espetáculo e de seu banquete? Quanto tempo teremos até que forças externas metam seus messias pacificadores entre nossos bacanais?
O poder é mesmo um sério candidato ao óscar. 




O DEUS

 O Deus que todos deviam admitir como único e soberano. O Deus que a tudo vê. O Deus que pulveriza a intolerância. O Deus que é reverenciado e adorado. O Deus que permite seus desejos mais bizarros. Eu garanto que de todos os adjetivos pensados neste texto você consegue fazer uma ponte com os deuses religiosos existentes. Mas o objetivo aqui não é fazer proselitismo sociológico. Diante de um mundo aonde o ser humano tem pouca importância pelo seu poder aquisitivo financeiro, e maior influência se do contrário, a expectativa religiosa do bom senso seria que o Deus de suas comunidades sofresse de um bem gerador de libertação aos que o buscam. Seria mesmo. Mas isso não é verdade. Todos os agentes estão comprometidos com o colapso ético e constitucional da hipocrisia. Sim, esta mesma que insurge mascarada de bons costumes e bons modos. O engodo do século. Da mesma justificativa de ser necessário a invenção do dinheiro foi também necessário a invenção de Deus. Desta forma concluímos, sem a simplicidade do pensamento fútil, que ambos estão intrinsecamente ligados. Veja que, sem dinheiro neste mundo, você e qualquer um consegue ter uma vida com toda sorte de indiferenças. Você se torna o marginal social. O louco. Por isso as escolas foram criadas e posteriormente transformadas em laboratórios de experiência do semi deus da trindade, o mercado financeiro. O mediador do destino. O instrumento evolutivo da conspiração surreal que desestabiliza o universo político, este, o terceiro e significativo pilar da trindade. O universo político coopera com seus tentáculos corruptíveis sempre a melhor maneira de mascaradamente disseminar a filosofia do consumismo como salvação. O remédio para o afrontamento desde câncer social poderia ser a educação.  Desde que seus interesses fossem o desvendar de todas estas mentiras. E um novo e corajoso apontamento para a liberdade, de fato, do próprio ser humano. Sem deuses nem religiões, dinheiro, mercado financeiro e seus tentáculos inescrupulosos.

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Pitty - Na Sua Estante