sábado, 2 de março de 2019

O que é Educação- Carlos Rodrigues Brandão

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES.
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS 
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO/ 2019.1 N35
RESENHA  
O que é Educação- Carlos Rodrigues Brandão 
Josemir Medeiros da Silva
Profª: Francisca de Paula Oliveira  Departamento de Ciências Sociais
 NATAL/2019 

        Quem é Carlos Rodrigues Brandão? É carioca de Copacabana, professor formado em psicologia pela PUC-Rio com especialização em Educação, mestrado em Antropologia, doutorado em Ciências Sociais, com dois pós-doutorados Antropologia e História, escritor, especialista em educação rural e educação popular, além de pesquisador. Esta breve resenha está sendo feita pelo material disponibilizado em pdf via Sigaa – Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas, incorporado a disciplina de Sociologia da Educação na UFRN que trata sobre o que é a educação no contexto amplo e também restrito - no Brasil – proposto pela discente Francisca de Paula.
        O professor Brandão nos diz que a educação está em todo lugar, no cotidiano das pessoas e das formas mais variadas. Chamar a atenção para a questão se há uma educação ou várias educações é um pretexto para sua análise crítica. Em suma ele cederá espaço para que cada leitor trace seu ponto de vista, reflita sobre suas argumentações e descubra ao seu redor a vasta e interminável aventura de ensinar, aprender e ensinar­-e-aprender.
       É a vida que nos ensina aonde a educação acontece. Com os bichos a coisa é diferente por que eles não conseguiram atingir o nível de transformar a natureza assim como o homem fez. Trabalhando e usando a consciência. O filosofo Ludwig Feuerbach nos diz também em sua obra A Essência do Cristianismo que a distinção entre os seres humanos e os animais é a consciência. A filosofia atenta ainda questionaria: será que é somente essa? Ao professor Brandão coube a observação sobre a educação entre outras sociedades (tribais) e constatar que há uma continuidade, uma evolução e que o sistema de professor/aluno em uma escola formal não é o único modelo e nem tão pouco absoluto de transmitir ensinamentos e ainda mais de aprender tais ensinamentos. Observando outras sociedades e não constatando que a educação compreendida como formal não era prática entre os seus, ele pode afirmar ainda que tal formalidade não existia, ela, a educação, de alguma maneira se fazia presente entre os seus, e isso foi um achado para a corrente sociológica. Então como ela acontece?
       A “endoculturação” é vista pelo professor como um processo que socializa em uma perspectiva pedagógica total. Ou seja, é um processo de formação do adulto nas suas relações durante a aventura da vida. Pelo visto é uma transformação do sujeito natural em pessoa. E para exemplificar com louvor o exposto, nosso erudito nos apresenta a figura do oleiro, o homem artesão que manualmente prepara sua obra. Aqui desconfio das analogias por coincidir muito bem com uma passagem do cristianismo que também se faz por esta ilustração para fazer entender ao fiel, ao servo, como trabalha o seu deus. O que não nos causa espanto, sim, pois a educação é, segundo o autor, uma rede complexa de tentáculos variados.
       Assim, nosso autor identifica a educação nas sociedades tribais distinta da formalidade das escolas contemporâneas dando significado ao que realmente é relevante para os seus nativos. Ao afirmar que é pelo conflito de interesses que vai surgindo a transformação da educação em ensino o professor constata traços análogos as outras sociedades como a divisão do trabalho e divisões sociais apoderados por sujeitos especialistas que ele chama de processo de hierarquia social. Neste ponto a educação pare a pedagogia.
       O autor também anuncia o surgimento dos desiguais tipos de categorias de sujeito: o sacerdote, o rei, o guerreiro, o professor, o lavrador. Surge a diferença entre o homem comum e o iniciado. Esta diferença nos parece proposital usado pelo autor no complexo processo de dominação sofrido e também exercido pela humanidade. É no princípio das sociedades antecessoras da polis grega romana que o professor aponta para a educação como fenômeno básico fundamental para a evolução da sociedade. Como “tecne” foram criadas as normas de trabalho, simplesmente, causando a desigualdade social até hoje mais violenta da história, com o trabalho manual, para o homem livre ou a escravidão.
       A Paidéia é o pleno efeito da educação para os gregos, o desenvolvimento no sujeito de todo o seu processo educativo, este começa fora de casa após os sete anos. Entretanto com a divisão social, entre sábios e escravos, gerando mais desigualdades entre os parias. Os pobres não acompanhavam o direito a escola, a educação era restrita a poucas pessoas. Acompanhe a citação de Sólon, legislador grego: “As crianças devem, antes de tudo, aprender a nadar e a ler; em seguida, os pobres devem exercitar-se na agricultura ou em uma indústria qualquer, ao passo que os ricos devem se preocupar com a música e a equitação, e entregar-se à filosofia, à caça e à frequência aos ginásios.” Percebemos que a desigualdade era instituída de forma consensual entre os gregos que mandavam, mas com certeza não o era entre os menos afortunados escravos ou pobres. Para os latinos a educação passa a ter valor quando construída em casa, este valor torna-se princípio aguerrido ao tratar da moral. O homem passou de mero agricultor para ser agora um camponês educado e rico. No entanto, o ideal da pai- deia é o herói da polis. Na educação romana o modelo ideal é o ancestral da família, depois o da comunidade. Com o advento do cristianismo é que vemos surgir as primeiras escolas públicas mantidas pelos cofres públicos. Este modelo de escola criado por Roma toma conta de boa parte do mundo de então. Plutarco descreveu como Roma usou a educação para "domar" os espanhóis dominados: "As armas não tinham conseguido submetê-los a não ser parcialmente; foi a educação que os domou."
       No Brasil as coisas não são realmente como dita a lei. Os fins da educação aparecem meramente como algo idealizado, até mesmo uma ideologia. E assim como antes, hoje, a educação sofre mais um ataque. Diz o autor, não há liberdade no país, mesmo que ainda respinguem em nós um pouco da essência desta tão almejada liberdade. Outro ponto apresentado pelo autor é o caráter elitista da educação. Gerando graças ao sistema político e econômico um mundo de desigualdades na educação. A escola existe no imaginário das pessoas e no senso ideológico dos grupos, principalmente os grupos dominantes. Atualmente no Brasil, há uma forte corrente ideológica que deseja desmantelar a educação instituição, na escola, propondo para tal a educação domiciliar e a educação à distância. Se pegarmos até aqui o que Brandão nos diz, podemos até conceber a ideia de uma educação domiciliar, visto que na constituição de 1988 é dever da família cuidar da educação, mas também o é, este dever, do Estado. Mas esta não pode ser a única maneira de pensar.
       A sociedade capitalista tornou ao longo do tempo a educação uma mercadoria. Um valor alto a ser pago. Elitizada, a educação, deixou descalços, desamparados e analfabetos muitos brasileiros, o professor Paulo Freire arrojou-se em uma investida heroica e com seu estilo simples e ousado desenvolveu uma maneira de diminuir esta distância que o mercado proporcionou. A desigualdade sugere uma nação de alienados e espertos, a alienação é um tentáculo da ideologia dominante, que abraça o oprimido e o espreme ao ser ninguém. Na concepção capitalista de educação quem for mais esperto, por seus próprios méritos, alcançará o seu objetivo.  
       “(…) o domínio de uma profissão não exclui o seu aperfeiçoamento. Ao contrário, será mestre quem continuar aprendendo.” (pág. 82) é com esta citação que firmo a estrutura desta breve resenha. Por mais que a educação capitalista, com suas linhas geradoras de desigualdade, suas correntes ideológicas, seu alto desempenho antissocial, sua nefasta intenção pela meritocracia, seja o germe de uma máquina destruidora de sonhos e utopias, ela, em si, a educação, monstruosamente se reprograma na realidade, dentro de cada ser humano, com a coragem e a autonomia que nos cabe, que sempre nos levou e nos levará ao grande combate contra o retrocesso e estupidez humanos. Acreditemos!

Referências:
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O Que é Educação. cap. 1. Disponível em: <http://www.febac.edu.br/site/images/biblioteca/livros/O%20Que%20e%20Educacao%20-%20Carlos%20Rodriques%20Brandao.pdf> Acesso em: 24 de fev. de 2019


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Um preço

Um preço

Sobre cada espírito que existe no universo, e é para pensar nele todo, até o inimaginável que possa ser, há quem determine seu preço, há quem lhe diminua.
Pois bem, a novidade é que temos um preço.
Os animais, que nós afirmamos, diferentes do ser humano, também possuem seu preço.
E preço aqui tem a vertente de valor. Sabe, algo que eu transformo e logo atribuo um algo mais sobre o transformado?
Pois bem, este algo mais é que se chama por aí de valor.
As coisas não tinham valor, quer dizer, até tinham sim, mas de certo que o que significava este valor a um bom tempo atrás é absolutamente diferente dos tempos de hoje. 
Uma pedra bruta valia uma cuia com água, uma folha de couve era objeto raro, uma manga não tinha tanto valor, mas um pacote de sal, um quilo de feijão, uma lata de azeite “extra virgem”, com certeza possuem referências de valor com patrões bastante contemporâneo.
O curioso é ir percebendo que ao longo do caminho a humanidade foi transformando a natureza, olhem só o que fazemos com o petróleo, e fomos valorizando tanto, que poucos passaram a dominar sobre uma multidão, que inexplicavelmente se rende voluntária aos desejos, caprichos e vontades deste pequeno grupo.
As pessoas que passaram a valorizar demais as coisas, passaram a deter o controle sobre estas coisas a tal ponto de gerar um montante destas outras pessoas sem direito a usufruir daqueles materiais. 
As coisas duplicaram, triplicaram seu valor.
 Na fábrica, na indústria, no comercio, e também do sistema estatal (ainda não analisado) o lucro passou a ser a herança da humanidade. 
Da humanidade que controla, domina. 
Os controlados, os dominados apenas trabalham.
Sendo assim, entre tantas formas de acalmar, controlar, amansar as pessoas que – não se sabe por que raios – passavam a questionar esta desigualdade, foi criado um Deus. 
Que demonstrou que havia uma confortável maneira de não se estressar com essas coisas incompreensíveis, que na verdade, possivelmente seriam obras dele e só à ele cabia o entendimento.  
Esta maneira de domesticar as pessoas também tem seu valor. 
O controle social é a consequência desta prática.
Quando chegamos neste ponto, onde as coisas tem seu valor alterado, tornando-se restritas a uma minoria cada vez mais abastada, nos deparamos com a valoração ou desvaloração da ´pessoa. O seguinte é o negócio, quem tem, tem e terá sempre mais, que não tem, até o que tem lhe será tomado.
E aqui, descobrimos um preço para um.
e outro preço para os outros.
Seja de qualquer maneira que se possa imaginar, todos passamos a ter um preço, algo bem diferente do valor que nossos ancestrais intuíam sobre valor de coisas e sobre valor de pessoas. 
O preço de um suborno para nossos ancestrais talvez nem fosse o preço. 
Já para nossos semelhantes contemporâneos, nossa reputação é uma fichinha de radiola no puteiro.
 Refiro-me ao valor econômico e não ao simbolismo pejorativo.
Minha moral tem um piso, o teto quem determina é a minha consciência. 
Já quiseram estipular um teto para consciência com uma lei, mas nem bem a lei foi redigida já tinha gente com valor de mercado a preço de laranja,  sem ir muito longe, o pessoal do controle (o governo militar) pediu dinheiro emprestado, depois disse que quem deveria pagar o débito seria o povo.
Todos é o que peço para você refletir, todos nós temos um preço. 
Um beijo roubado, mesmo esperado, um passeio na calçada com o cãozinho, o segredo do melhor amigo.
O que vale a pena pensar é que se somos assim, por que nos assustamos com a prática mais ancestral da humanidade, quem ensejou seu controle? 
Talvez tenha sido um controlado, que sofre as desigualdades desde sempre, talvez. 
Mas mesmo assim, ele deve ser consciente de que também carrega seus valores para com os outros e as coisas, no fundo, diria o filósofo alemão é um capitalista nato. 
Talvez jamais o alemão diria tal coisa, mas pensemos em genuíno. 
Weber poderia nos apresentar um aspecto inicial, ideal, é verdade, mas ainda pouco elucidativo.
A essência do capitalismo, remonta, parece-me aos anseios animalescos, evoluindo ao longo do tempo e devidamente significado.
Temos um preço que perpassa nossa moral, nossos princípios e nossa vontade. É um vício.

sábado, 5 de janeiro de 2019

OUTROS TONS

Talvez. 
Uma noite quente me faça sentir o quanto preciso sofrer para me tornar alguém na vida. Lá fora a escuridão abraça a desigualdade entre os mais ricos e os miseráveis. 
Eu não os vejo daqui.
Mas os sinto sorrindo das suas labutas.
Também os sinto chorando as suas desgraças.
Eles também se perguntam quem são. Eles também estão incomodados com a tristeza e o desamparo que suas vidas os transformaram.
Desgraçados e malditos, sorrateiam as migalhas do mundo, uns na sarjeta, outros nas casas de luxo.
Quem me dera aprender mais da vida com esses desafortunados e miseráveis.
Uma rodada de birita e tudo mais se mistura em suas vidas.
Não vamos morrer lamentando a sorte ou o azar.
Nesta noite quente - madrugada - qualquer forma de morrer é apenas uma sinfonia melancólica rende às margens do rio Potengi.

sábado, 15 de dezembro de 2018

Nem sempre rola

Foram dias de muitas leituras aqueles na faculdade. O curso de ciências sociais exigia um ritmo frenético de textos para dar conta. Também era exigido uma disciplina de leitura e interpretação de texto. A disciplina foi ministrada por uma louca. Muito competente, mas cheia de furos no quesito frequência e isso a turma novata não perdoou. Logo fizemos um grau de aproximação e de amizade. Uma noite resolvi trocar um conto com ela por e-mail e ela adorou. Na aula seguinte ela comparou meus textos aos de Henry Miller. Eu fiquei muito lisonjeado. Tudo seguia tranquilamente como deveria ser. Até que já no final do semestre consegui uma carona para deixar ela em casa, ela topou. Nosso amigo que proporcionou a carona foi super gentil e não percebeu que eu estava manipulando sua generosidade. Sim, aquela mulher brilhava demais quando respirava. Seu corpo era poesia e sua voz um sarau. Descemos na portaria do seu prédio. Fiz questão de descer para abrir-lhe a porta. Ela agradeceu e eu tomei a voz para nos despedirmos indo em direção a sua boca, seria um beijo que selaria nossa amizade, mas ela virou a cara de lado. Fiquei puto. Mas respeitosamente entendi. Boa noite. Boa noite, até breve. Foram nossas ultimas palavras.  Entrei no carro resmungando. Até hoje meu amigo pergunta o que houve e eu só resmungo. Teria sido um beijo de juventude. Sim, eu torci por um beijo adolescente. Mas não aconteceu. Não foi aceito pelos deuses. Tudo bem, as coisas nem sempre são como planejamos. Isso é bem verdade.

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

O engodo sagrado - charlatões profissionais sem doutorado.

Apresento-lhes uma linha dura. Tecida por pessoas inescrupulosas. Uma equipe de malfeitores despreparados e muito bem organizados em suas estratégias de maldade e exploração - disfarçados de protetores e propagadores de uma salvação abstrata e inalcançável - São homens e são também mulheres. Que intitulam-se líderes de uma "manada" de inocentes. Alguns são tão convincentes que se prestam ao papel de conselheiro, pode?
A maior mentira que a humanidade inventou até hoje chama-se religião.
Estes líderes são seus construtores.
Compositores de uma clausura.
Um cativeiro a céu aberto legal. 
Capaz de produzir seguidores fiéis ao ponto de beber veneno em favor da causa.
Uma história mentirosa e muito mal contada que é capaz de fazer homens de bem carregarem seus corpos e explodirem em meio a outros homens e mulheres... Absurdo? Não. Apenas manipulação. 
Um conto pseudo-científico que nos dá falsas esperanças de encontrar com nossos familiares, amigos e conhecidos logo após a morte e ainda ter a chance de voltar para "completar sua missão" e assim evoluir... evoluir em quê?
O cativeiro a céu aberto representa no mundo uma engrenagem do poder. 
Serve a segunda e mais devastadora invenção humana jamais criada, a política governamental, os Estados de direito. 
A religião é subserviente aos governos. Seja qual for. Em muitos casos ela - a religião - manipula o governo, submete-o aos seus desejos e caprichos.
Ambas conseguem controlar a maior parte da humanidade e o que é mais espantoso, ambas conseguem destruir seus seguidores ou seus inimigos apenas com o discurso. Sim, apenas com o discurso.
Karl Marx disse que a religião é o ópio do povo, sim, quando somos levados a pensar no processo de alienação do trabalho, estamos também sendo alienados pelo discurso do sagrado.
Max Weber percebeu que uma classe de religiosos se destacava entre os seus. Os calvinistas. Elitizados e ricos, endeusavam as poses e a educação. Não gastavam. Logo se asseguravam de que a prosperidade era um sinal divino e que a pobreza uma maldição.
Uma tela em branco pronta para a iniciação da pintura capitalista.  
Feurbach atribuiu essa responsabilidade ao homem pela criação de tudo isso. Os atributos divinos nada mais eram do que os atributos humanos endereçados ao ser transcendente, que ora destituído de seus atributos bons, lhe restaria apenas os maus traços, assim também e não menos relevante, seria criado a entidade do mal.
Tudo invenção humana.
É bem verdade que a história conta do jeito dela que alguns primórdios já esboçavam o sentimento religioso, pode ser, nada pode ser descartado, se, claro, fizer sentido.
Acontece que uma vez domesticado este sentimento, percebido sua força, seu poder, e pasmem, poder de aglutinação e de conflito, o grande conflito, (kkkkkkk) e quando alguém super hiper alienado resolve romper com o poder do controle e remar contra a maré, é feito de bobo, a palavra é "excomungado" pois esse não mais segue a doutrina verdadeira. 
Agora me digam: Onde está esta verdade?
Na verdade de quem crer. De quem percebeu que a cortina pode estar rasgada, manchada, trocada, mas jamais deixará de ser mais uma peça fundamental na engrenagem perfeita para o controle total da humanidade.
Assistam ao filme "O livro de Eli".
Desejo que leiam muito e cada vez mais.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

DIABETES - O CÂNCER DO DOCE (6.244)

Quem tem alguém com diabetes em casa? Começa assim a palestra do Dr. Drauzio Varela  sobre este câncer doce que de doce não tem nada, nadinha mesmo.
É bom que a gente ganhe esse tempo assistindo.
É esclarecedor, é importante e deveria ser obrigatório
 - democraticamente, lógico -
A resposta para a questão do Dr. foi sua colocação depois constatando que todos ali naquele auditório possuíam alguém doente em casa.
Disse ele "parece que eu perguntei quem quer aceitar jesus, né?" 
Todos riram e a tristeza não é a piada com a religião, não, (a religião já é uma piada por si só)  mas a constatação de uma tragédia, a diabetes é viva!
Deixarei o Link  pedindo que você ganhe um tempo assistindo ou indicando para uma outra pessoa. 
https://youtu.be/m8H1gQLWCPM