terça-feira, 26 de agosto de 2014

A VIDA BOA DE SER VIVIDA

A VIDA BOA É SOMENTE A DOS OUTROS?
         Perdemos o ideal de referência de uma nova sociedade?
 - Diria Clóvis de Barros, filósofo e professor; "será que perdemos a nossa capacidade de subversão no sentido de construir uma realidade que nos pareça melhor; ou seja, o fim das utopias, das ideologias, dos sonhos e da capacidade de sonhar? - O contexto seria a tecnologia e o espírito acomodado dos seres humanos contemporâneos. Entretanto uma vida boa pode mesmo ser diagnosticada entre a humanidade? As sociedades que construímos atendem as nossas necessidades? Somos mais felizes vivendo o que nos é imposto, como regras e morais, como soluções para os nossos problemas, ou ainda como expectativa de vida? Ou ainda não evoluímos o suficiente para que tais questionamentos nos identifiquem apenas como mais um ser animal espalhado do pelo mundo? Em sua tese sobre as desigualdades, Rosseau, afirma que não somos meramente esse animal, que algo nos difere do gato, por exemplo, que já nasce gato, com suas gatices mundo a fora e ainda mais que uma vez apresentado um prato de grãos a este, ele morreria de fome, por não ter a inovação, como alternativa. Enquanto que o homem saberia o que fazer, e ainda que isso podemos pensar no homem como se o prato de grãos fosse uma escrivaninha, ninguém pensaria em comer uma escrivaninha... eu acho. Então, pensemos bem, como latinos que somos em uma vida menos estressante; cheia de suas delícias e prazeres, deveres e direitos, e seria uma vida vazia, assim como este discurso. O que precisamos é saber como fazer. O que fazer. E quais são os meios. Nisso precisamos pensar. Um mundo sem conflitos. Alguém já disse que os conflitos são necessários, caso não, não seríamos humanos, trocando as ideias. Mas o conflito de guerras? Este poderia ser evitado, sim, com acordos generosos e práticas de apaziguamento. 















 https://www.youtube.com/watch?v=WZIRqNsgC6c

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