sábado, 18 de outubro de 2014

NUNCA PENSEI QUE SER ESCRITOR FOSSE tão DIFÍCIL

Li alguns livros em minha trajetória de vida. Poucos, confesso, e que me inspiraram a levar uma vida despretensiosa, sem alarde e nem ambição. Poucos conseguem entender o que se passa na mente de um vagabundo. A sua antipatia com a vida convencional, com as regras, com o ter que ser, essas coisas. Nada agrada. E ao mesmo tempo o que agrada não é convencional. Então pensei que escrever fugisse do padrão... mas foi não, é preciso adotar as regras e o padrão do sistema. Como nunca fui muito de rotular minhas palavras, esqueci, apaguei isso de minha memória e me pus a procura de algo que me enchesse o ânimo. Encontrei numa escola marginal as sombras de uma estrada e resolvi adotá-la em minhas experiências. Ainda ando na estrada... descobrindo suas curvas, atalhos, desvios esburacados, dilemas e mentiras, suas utopias... em fim, encontrei meu horizonte. Mas o horizonte é vasto... preciso explorar ao máximo. e vou devagar... sem avançar os sinais... as é preciso... e avanço sem medo... a merda está em ter medo. E na prática. Praticar é a aula do descobrimento.   

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