segunda-feira, 24 de abril de 2017

HUMANOS, SEM MAIS, HUMANOS.

O livro de capa preta nos cinge do barro e nos sopra a vida. Os símios conspiram contra todas as graças e veneram a evolução como o princípio  das nossas origens. O que nos desgraça mesmo sem ter absoluta certeza dos fatos é a mediocridade estapafúrdia dos eruditos apologistas e seus cegos imitadores. Não me deixo ser mais um falacioso, somente por ser isso, mas duvido que todos estejam arraigados ao impressionante desejo de apenas descobrir uma verdade. E isso seria mesmo muito pequeno, seria muito mais medíocre que imbecil. Então somos os seres humanos. Biológicos, sociais, culturais. Almas incompletas, espíritos. Despidos ou bem vestidos. Latinos ou Europeus, claros ou escuros, somos ou não somos animais? O que somos afinal? Deuses? Imagens destorcidas de um abstrato das ideias? Afinal por onde andamos que pouco realmente aprendemos, mentimos nossa importância e fingimos amor. Amor, que é isso?   

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